
Perfil
![]()

Nnome: DIEGO RIBAS DA CUNHA
Idade: 20 ANOS
Data e local de nascimento:
28/02/1985 - RIBEIRÃO PRETO
Criadora
![]()
![]()
![]()
![]() ![]() ![]() |
BRASIL, Mulher, de 15 a 19 anos, Portuguese, English |
Arquivo
![]()

Contador
![]()

Link-me ![]()

Um jogo de qualidade superior, uma exibição francamente positiva, um triunfo justo. Costinha marcou perto do fim e assegurou os três pontos para o F.C. Porto, mas o sucesso podia ter sido muito mais robusto. Os Dragões dispuseram de várias oportunidades, passaram grande parte do encontro no meio-campo do adversário e provaram que têm condições para entrar rapidamente no rumo certo. Em Guimarães começou a reconquista.
O F.C. Porto está no bom caminho. Depois de um ciclo de resultados nada condizentes com o seu estatuto de campeão, mostrou-se imperial num estádio tradicionalmente complicado e venceu com inegável justiça, provando a si próprio, porque aos outros nada tem a provar, que continua a ter os melhores jogadores de Portugal e possui os condimentos ideais para ser a melhor equipa.
Os azuis e brancos entraram no Estádio D. Afonso Henriques com uma defesa de recurso, mas com um colectivo ambicioso e solidário, uma equipa com todas as letras, um conjunto capaz de manter o adversário em constante sobressalto. O F.C. Porto encheu rapidamente o peito de ar e manteve um fôlego bem vivo durante os 90 minutos.
A má fortuna que tem marcado a finalização nos últimos desafios voltou a querer estragar uma empreitada muito trabalhosa, mas desta vez o F.C. Porto não deu chance a intervenções externas. Esta noite, o Dragão foi poderoso e teve momentos de pura magia. Venceu com classe e merecimento.
Gols perdidos, sofrimento desnecessário
A equipa de Victor Fernandez podia ter inaugurado o marcador muito antes do intervalo, na sequência de jogadas de grande perigo desenhadas pelo labor mágico de Quaresma, Derlei, Luís Fabiano, Diego e Maniche. A partida estava com contornos de forte interesse, mas passava-se quase em exclusivo no meio-campo vimaranense. O F.C. Porto apertava, mas não marcava.
Mas ia marcar. Ao minuto 32. Pepe subiu mais alto que o seu marcador para cabecear um livre de Diego e colocou a bola em Jorge Costa. O capitão desviou para a baliza e festejou. Tudo aparentemente legal. Duarte Gomes, todavia, entendeu que o central brasileiro cometera falta e anulou a festa. Foi decidido quando, no mínimo, deveria ter dúvidas.
Pouco tempo depois, sem acusar uma possível injustiça, Derlei passou a milímetros da euforia, na sequência de um golpe de cabeça que merecia melhor sorte. O F.C. Porto já tinha jogado mais do que suficiente para dar os três pontos como certos, mas era obrigado a insistir, a acreditar, a buscar o horizonte mais ansiado. Já perto do intervalo, Costinha conseguiu dirigir o couro para as redes de Palatsi, mas o lance foi anulado por fora-de-jogo. Estava mesmo complicado materializar a superioridade.
Muita crença e... Diego
A segunda parte trouxe um jogo de características quase decalcadas e um azul e branco progressivamente mais marcante. Maniche e Fabiano dispuseram das primeiras chances na etapa complementar, mas os desvios de ambos não levaram a rota certa. Faltava um derradeiro clique, um último instante decisivo.
A equipa mantinha a crença e carregava. Diego era agora o rosto do inconformismo e passeava pelo relvado ao ritmo do samba e da magia que lhe brota dos pés. O brasileiro esteve isolado na cara de Palatsi e, pouco depois, quis contorná-lo com um remate habilidoso. O guarda-redes francês, no entanto, não lhe facultou o direito de ser feliz.
Hoje, porém, o Dragão tinha de ganhar. Tinha produzido muito futebol e encantara as bancadas. O único prémio razoável seriam os três pontos e os aplausos finais. O golo chegou ao minuto 83. Finalmente! Costinha acreditou numa confusão após canto de Diego e despachou a bola para a fatalidade. Agora não havia ponta de ilegalidade para interferir. Só havia uma festa merecida para saborear.
O que se viu de seguida foi o previsível. A ganhar, seguro do seu valor, o F.C. Porto pode ser das equipas mais encantadoras do planeta. Com os três pontos garantidos e presos com ambas as mãos, Diego e Carlos Alberto puxaram da famosa cereja e depositaram-na no topo do bolo. Com magia e um sorriso nos lábios. Só para confirmar que a vantagem tangencial era escassa.
As entradas de Bosingwa e Carlos Alberto e as saídas de Seitaridis e Maciel são as notas de destaque da convocatória do F.C. Porto para o jogo da SuperLiga com o V. Guimarães, agendado para amanhã, no Estádio D. Afonso Henriques.
A equipe de Victor Fernandez treinou esta tarde pela última vez antes do encontro com os vimaranenses. A sessão decorreu no Estádio do Dragão e serviu para o treinador apurar os derradeiros tópicos da estratégia a apresentar este sábado.
Seitaridis, que se lesionou no decorrer da partida com a U. Leiria, e Nuno Valente, ainda a recuperar da lesão sofrida a representar Portugal, foram os únicos impedidos de pisar o relvado. Os defesas cumpriram tratamento.
A lista de convocados elaborada pelo técnico espanhol inclui os seguintes atletas: Areias, Bosingwa, Carlos Alberto, Costinha, Derlei, Diego, Hélder Postiga, Hugo Leal, Jorge Costa, Luís Fabiano, Maniche, McCarthy, Nuno, Pepe, Pedro Emanuel, Quaresma, Raul Meireles, Ricardo Costa e Vítor Baía.